O Palais Royal

Situado diante do Louvre, este edifício, construído na época de Richelieu, pode ser considerado como uma verdadeira cidade: jardins, teatros e instituições relembram a história movimentada deste incrível conjunto arquitetônico. Não deixe de visitá-lo durante a sua estadia no Hotel Brighton.

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palais_royal proche Hotel Brighton paris

Grande símbolo da história, o Palais Royal retraça os acontecimentos históricos da cidade de Paris e é um testemunho vivo da vida parisiense da época, à imagem do seu teatro, La Comédie Française, obra-prima de Molière. 

A história movimentada do Palácio

O Palais Royal, situado logo em frente do Louvre, ao norte, representa um vasto conjunto arquitetônico monumental que inclui o palácio, jardins, galerias, um teatro e diversos serviços administrativos. Construído por Richelieu, em 1624, o “Palais-Cardinal”, como era apelidado, fora a residência de Ana da Áustria e do jovem Luís XIV durante a Fronda. Ele então fora batizado de “Palais-Royal”. Filipe IV de Orleães, também apelidado de “Filipe Igualdade”, irmão do rei Filipe de Orleães, recebeu o palácio em herança logo antes da Revolução. Lojas, teatros e cafés se multiplicaram pouco a pouco, para a alegria dos amotinadores. Filipe Igualdade esperava, assim, retomar o poder. O palácio então se tornou o ponto de encontro por excelência das festividades da sociedade parisiense. Em 1871, o edifício fora dedicado a diversas instituições da República, contando hoje com o Conselho do Estado, o Conselho Constitucional, o Ministério da Cultura e a Comédie Française. O pátio do Palais Royal fora decorado e projetado por Daniel Buren sob a iniciativa de François Mitterrand, em 1986. Muito criticado, este projeto, chamado de Les Deux Plateaux, se compõe de diferentes cilindros de altura variável, pretos e brancos. O nome da obra é extremamente enigmático, mas sugere as duas bandejas de uma balança, símbolo da maçonaria, tão cara a Filipe Igualdade.

O teatro e a praça Palais Royal, bem pertinho do Hotel Brighton 

Criada em 1637, também por Richelieu, Molière retomou a sala em 1660. Mais tarde, Lully criou uma ópera com a sua academia de música, a qual fora infelizmente destruída em 1781. Foi somente em 1799 que a Comédie Française ali se instalou, com a sua famosa sala Richelieu. Hoje, as peças dos maiores autores clássicos nela são apresentadas, estando as peças de Molière mais frequentemente em cartaz. Diante da Comédie Française encontra-se a praça Palais Royal, facilmente identificável graças à obra de Othoniel, Le Kiosque des Noctambules, instalada na altura da estação de metrô Palais-Royal Musée du Louvre. Essa escultura de arte contemporânea é feita com cristais de Murano e alumínio.

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Nesta belíssima sala, classificada como verdadeiro monumento nacional e situada a dois passos do Palais Royal, você poderá degustar especialidades culinárias sabiamente preparadas.
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